Diretoria

GESTÃO 2019 a 2021

 

PRESIDENTE

Ildeu de Castro Moreira

Doutor em física pela UFRJ, ele é professor do Instituto de Física e do programa de pós-graduação em história das ciências da UFRJ. Realizou estágios de pesquisa na França, na École Polytechnique e na Universidade de Paris VII. Trabalha nas áreas de física teórica (sistemas não-lineares), história da ciência, em particular história da ciência no Brasil, e comunicação pública da ciência. Foi chefe do Departamento de Física Teórica do Instituto de Física (UFRJ) em 1987. Foi editor científico da revista Ciência Hoje (1988/96) e membro de comitês editoriais de diversas revistas científicas e de divulgação. Foi membro da Equipe de Transição Governamental do Governo Federal, 2002, setor C&T. Coordenou a Comissão Executiva do Ano Mundial da Física (2005) no Brasil e foi membro da Comissão Interministerial do Centenário do Voo do 14 bis (2006). Coordenou a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2004 a 2012. Foi membro do Comitê Temático (2005-2007) e do Comitê Assessor de Divulgação Científica do CNPq (2008-2012). Pertenceu aos Conselhos da Sociedade Brasileira de História da Ciência (1990/1994), da Sociedade Brasileira de Física (1999/2003) e da SBPC (2003/2007; 2011-2015). Em 2007 recebeu o Prêmio (Especialista) da RedPop – Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología en América Latina y Caribe. Foi membro do Conselho Nacional de Política Cultural (2009-2012) e do CTC da CAPES da Educação Básica (2010-2014). Em 2010 foi admitido na Ordem Nacional do Mérito Científico, classe de Comendador – Personalidade Nacional. Foi Diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do MCTI (2004-2013). É membro do Conselho da SBF (2015-2019) e do Conselho Superior da CAPES. Em 2014, recebeu a condecoração Menção Honrosa Rio Negro do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (IMPA) e o Prêmio Mercosul de CT – Integração de 2014 (com equipe). Recebeu o Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica do CNPq em 2013.

presidencia@sbpcnet.org.br

 

VICE-PRESIDENTES

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Fernanda Antônia da Fonseca Sobral

Professora aposentada e Colaboradora Sênior do Programa de Pós-graduação em Sociologia (UnB). Tem Doutorado em Sociologia na UnB e realizou pós-doutoramento em Paris na École des Hautes Études em Sciences Sociales, entre 1989 e 1990. Foi professora convidada na Universidade de Québec, em Montreal, na sessão de outono de 2000 e na sessão de verão de 2003. Foi pesquisadora visitante do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) no período de 2009 a 2011, quando coordenou e/ou participou de várias avaliações de programas de CT&I como INCTs, OBMEP, Ciência sem Fronteiras, etc. Foi secretária executiva da Sociedade Brasileira de Sociologia no biênio 96-97, membro do Comitê Assessor de Ciências Sociais no CNPq no período de 1998-2000, do Conselho Superior da FAP-DF de 2007 a 2010 e de 2015 a 2018 e conselheira da SBPC nos períodos de 2005 e 2007 e de 2017 a 2019. Foi diretora de pesquisa na UnB no ano de 2016. Coordena, em parceria, o GT sobre Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento na Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e na ESOCITE. Tem pesquisas e publicações nos seguintes temas: educação, tecnologia, ciência, universidade e pesquisa, tendo já orientado cerca de 40 dissertações de mestrado e teses de doutorado. As suas publicações mais recentes são: “A Dimensão Econômica e Social da Política Científica e Tecnológica no livro “Sociedade, Conhecimentos e Colonialidade”e o artigo intitulado “Entre a Educação e a Ciência: Um Percurso Acadêmico-Institucional” na revista Sociedade e Estado, ambas em 2016. Em 2018 publicou livro com Gilberto Lacerda Santos sobre “Avaliação De Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação” e um artigo com o mesmo co-autor sobre “Avaliação de Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação: Abordagens a partir de casos concretos” na revista “Tecnologias, Sociedade e Conhecimento”. Fez parte do GT criado pelo CNPq para elaborar diretrizes de uma política científica e tecnológica para as áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas. Foi membro do Conselho Consultivo da FINEP de 2016 a 2018. Atualmente é membro do Conselho Superior da  Capes, além de ser membro do Conselho da ESOCITE.


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Aldo Malavasi

Prof. Titular aposentado do Departamento de Genética do Instituto de Biociências da USP. Diretor-Presidente da Organização Social Biofábrica Moscamed Brasil no Vale do Rio Francisco, BA/PE 2002-2014. Diretor Geral Adjunto da Agência Internacional de Energia Atômica para Ciências e Aplicações Nucleares, Viena, Austria, 2014-2018. Membro do Grupo Técnico de moscas-das-frutas da FAO/ONU, Roma, 2005-2012. Chair do Steering Committee do International Symposium on Fruit Flies of Economic Importance, 2008-2012 . Membro do Scientific Advisory Panel Medfly – CDFA-California Department of Food and Agriculture, Los Angeles, EUA, 1990-2014. Membro do Standing Advisory Group on Nuclear Applications da IAEA – Agência Internacional de Energia Atômica, Viena, Austria, 2010-2013. Presidente do Working Group on Fruit Flies of the Western Hemisphere. 1995-1997. Diretor do Programa Mosca-da-Carambola na América do Sul, IICA/OEA, em Paramaribo, Suriname, 1999-2001. PosDoutoramento na U. do Texas 1979-1980. Professor Visitante, U. de Massachusetts 1990-91. Pesquisador Visitante, Dep. de Agricultura dos EUA, 1991-92. Publicou cerca de 60 trabalhos científicos com referee, cerca de 120 em publicações sem referee e editou um livro. Orientou 11 doutoramentos e 10 mestrados. Foi membro de mais de 20 comissões no âmbito da SBPC, CNPq, MCTIC, Ministério da Agricultura, FAO, IICA. Coordenou projetos para exportação de frutas brasileiras no RN, PE, ES e BA. Membro ou Coordenador de Comissões Organizadoras de 6 reuniões científicas no exterior. Consultor da FAO, IICA, USDA, IAEA e WHO para programas de controle de pragas e vetores em países nas Américas, Caribe, África e Asia. Atividades na SBPC: Secretário Regional (1989-91), Secretário (1993-95, 1995-97), Secretário Geral (1999- 2001, 2008-11, 2013-15), Conselheiro (2001-03), 1º Tesoureiro (2003-05), Coordenador Geral de 11 Reuniões Especiais e de 14 Reuniões Anuais (94-97, 00-02, 2004-05, 2008-11, 2014).

 

SECRETÁRIO-GERAL

Paulo Roberto Petersen Hofmann

Graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura), pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1978); mestrado em Genética, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1982); doutorado em Ciências, pela Universidade de São Paulo (1987). Professor titular (desde 2004, aposentado desde 2013) do Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética da Universidade Federal de Santa Catarina. Na SBPC, foi membro do Conselho (julho 1989-1993), 2º Tesoureiro (julho 2001-2003) e secretário (maio/2014 a julho/2015; julho de 2015-2017). Foi reeleito para secretário-geral na gestão 2019-2021. Tem experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Animal, atuando principalmente nos seguintes temas: ecologia evolutiva de drosofilídeos.

prph@sbpcnet.org.br

 

SECRETÁRIOS

Siddartha RibeiroSidarta Ribeiro

Professor titular de Neurociências e diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Bacharel em Biologia pela Universidade de Brasília (1993), Mestrado em Biofísica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e Ph.D. em Comportamento Animal pela Universidade Rockefeller (2000), com pós doutoramento em Neurofisiologia na Universidade Duke (2005). Tem experiência em neuroetologia, neurobiologia molecular e neurofisiologia de sistemas, com interesse nos seguintes temas: memória, sono e sonhos; plasticidade neuronal; comunicação vocal em modelos animais, psiquiatria computacional e aplicações da neurociência à educação. Publicou 90 artigos científicos, 9 capítulos de livros científicos e 4 livros. Editor associado dos periódicos Frontiers in Integrative Neuroscience, Frontiers In Psychology e Neurobiologia. De 2009 a 2011, atuou como secretário da Sociedade Brasileira de Neurociências e
Comportamento. De 2011 a 2015, atuou como coordenador do comitê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences. Desde 2011 é membro do comitê diretor da Latin American School for Education, Cognitive and Neural Sciences, que em 2014 recebeu o prêmio inaugural Exemplifying the Mission of the International Mind, Brain and Education Society. Coordenador de núcleo do projeto de avaliação de crianças em risco para transtorno de aprendizagem (ACERTA – CAPES/Observatório da Educação). Investigador associado do Centro FAPESP de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática. Membro do Conselho Consultivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, criada em 2015. Membro desde 2016 do Conselho Consultivo da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Eleito em 2016 membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). Posiciona-se contra os cortes nos recursos para a C&T.


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Claudia Linhares Sales

Possui mestrado em Engenharia de Sistemas e Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990) e doutorado em Informatique – Recherche Operationnelle – Université de Grenoble I (Scientifique Et Medicale – Joseph Fourier) (1996). Fez pós-doutorado no INRIA/Sophia-Antipolis, França, em 2006/2007 e na Simon Fraiser University, em Vancouver, no Canadá, em 2015/2016. É professora titular da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ocupou o cargo de Diretora Científica da FUNCAP (Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2010-2011 e 2012-2014. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Teoria dos Grafos e Algoritmos, atuando principalmente nos temas de coloração e decomposição de grafos. É membro do corpo permanente da Linha de Algoritmos do Mestrado e Doutorado em Ciência da Computação e colaborador da Linha de Combinatória do Programa de Pós-graduação da Matemática. Coordenou o Grupo de Interesse de Algortimos e Teoria dos Grafos da Comissão Especial de Algoritmos, Combinatória e Otimização da SBC (Sociedade Brasileira de Computação) entre 2015 e 2019. Participou de Comitês de Avaliação Trienal e Quadrienal da CAPES. Foi Secretária Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) no Biênio 2017-2019. É atualmente Membro do Comitê de Assessoramento do CNPq, na área de Ciência da Computação, Conselheira do Museu Seara da Ciência da UFC e Membro do Comitê de Direitos Humanos da UFC.


vera-valVera Maria Fonseca de Almeida e Val

Vera Val é pesquisadora sênior do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA-MCTIC) desde dezembro de 1981 e atua no Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM-CBIO). Se formou em 1978 em Ciências Biológicas na UFSCar (São Carlos-SP) e realizou seu mestrado na mesma instituição (1979-1983), com adaptações de peixes a ambientes, no caso, a dissertação de mestrado comparou peixes vivendo em ambientes lênticos (lagos de hidroelétricas) com peixes vivendo em ambientes lóticos (rios e corredeiras). Se mudou pra Manaus em 1981 e iniciou seu doutorado em 1984 estudando metabolismo anaeróbico em peixes de locais hipóxicos por meio do efeito da temperatura sobre a enzima anaeróbica LDH, o qual finalizou e defendeu em 1986. Ambos os estudos a levaram a entender que os peixes se adaptam aos seus ambientes e modulam suas proteínas para fazer isso. Realizou pós-doutorado na Universidade da Columbia Britânica (1990-1992) no Departamento de Zoologia, sob supervisão do Dr. Peter W. Hochachka estudando adaptações bioquímicas ao meio ambiente. Persistindo nesse objetivo, até hoje utiliza ferramentas modernas para entender como os peixes se adaptam às mudanças ambientais naturais e antrópicas. Se interessa pelo processo evolutivo que levou os peixes da Amazônia a fazer parte da mais rica biodiversidade de água doce do planeta. A dinâmica da bacia, suas flutuações ao longo de sua formação talvez tenham e continuem tendo papel fundamental nesse alto nível de especiação. Por isso, se uniu à equipe do Projeto Américas, pra entender se a captura de rios provocada por processos de erosão e igarapés abandonados provocam estruturação nas populações de peixes levando a um maior grau de especiação. Outra área de trabalho é o desenvolvimento de técnicas que evitem coleta de peixes para estudo de DNA como a técnica de DNA ambiental – eDNA (do inglês – environmental DNA). Muitos trabalhos têm mostrado que é possível estimar a ictiofauna de um local por essa técnica medindo apenas o DNA de peixes de uma porção de água. Para tanto, é necessário um banco de dados e é na construção de um banco de dados que sua equipe está atuando neste momento. Também estamos considerando adaptações à temperatura pois, apesar de pouca variação, a Amazônia tem micro habitats aos quais os peixes se adaptam e uma mínima variação de temperatura pode levar algumas espécies à extinção. Portanto, as mudanças climáticas também são alvo de suas pesquisas. Do comportamento às moléculas, todas as ferramentas são utilizadas para entender melhor o que ocorre com os animais sob o estresse causado pela natureza e pelo homem (poluição por petróleo, agrotóxicos). Desde que veio pra Manaus se envolveu também com Sociedades e com Formação de Recursos Humanos. Assim, sua experiência foi muito enriquecida, pois, pôde trocar ideias e entender como a política científica e tecnológica é importante para o desenvolvimento de uma região demográfica dentro de um país. Foi sua experiência com a pós-graduação que a fez entender que recursos humanos qualificados proporcionam progresso e desenvolvimento sustentável a uma região bem como melhoria da qualidade de vida do homem e redução de desigualdades sociais. Este fato só reforçou sua busca por mais contribuição em Sociedades Científicas como a SBG, onde foi presidente regional e secretária na Diretoria Nacional (2012-2014), bem como na SBPC, onde foi Secretária Regional, Conselheira por duas vezes e Membro da Diretoria, sendo eleita pela segunda vez neste ano de 2019. Fazer parte dessas Associações moldaram seus ideais de liberdade de pensamento bem como de participação de movimentos em defesa da Educação, Cultura, Ciência, enfim, do Conhecimento. Hoje acredita que o Conhecimento é o que faz a soberania de um povo. Portanto, continua tentando congregar suas atividades científicas com as atividades de cidadã e continua tentando ajudar com ações que possam levar à melhoria tanto de seu entorno como da sua região e de seu país.

 

TESOUREIROS

lucileLucile Maria Floeter Winter

1º Tesoureiro

Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências, Doutora em Bioquímica pelo Instituto de Química, Livre-Docente pelo Instituto de Ciências Biomédicas, todos da Universidade de São Paulo. Atualmente é Professora Titular do Departamento de Fisiologia do IBUSP. Desenvolve pesquisa no tema Interação Leishmania/macrófago cujo principal objetivo é entender como o protozoário Leishmania parasita macrófagos, exatamente a célula encarregada de fazer a defesa do organismo, desde o nível molecular até a visão fisiológica dessa interação. Esses estudos levaram à descrição de sondas moleculares que permitem a identificação de espécies do gênero Leishmania, auxiliando no prognóstico de Leishmanioses e no entendimento da Eco-Epidemiologia da doença. Do ponto de vista fisiológico, os estudos resultaram na caracterização de enzimas e vias metabólicas do parasito importantes no estabelecimento da infecção, que constituem potenciais alvos de novos fármacos ou mesmo no desenho de vacinas, visando o tratamento, profilaxia e controle da doença. É membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Ocupou a chefia do Departamento de Fisiologia IBUSP, por 6 anos (3 mandatos). Foi Coordenadora do Curso Interdisciplinar Ciências Moleculares (2008 a 2015) cujo objetivo é a formação de cientistas pela aquisição de um sólido conhecimento em áreas básicas, tais como Biologia, Física, Matemática, Química e Computação. Esse Curso conta com a participação de docentes de 5 Institutos da USP e é ligado à Pró-Reitoria de Graduação. Participou da Diretoria da Sociedade Brasileira de Protozoologia (SBPz), tendo ocupado as seguintes posições: Secretária (12/1995 -11/1997), Tesoureira (12/2002 – 03/2004 e 04/2008 – 03/2012), membro do Conselho (04/2004 – 03/2006) e Vice-Presidente (04/2012 – 03/2014). Representou a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência no Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA/MCTIC – 2013 a 2017), foi Membro do Conselho da SBPC (2013-2017).

lucile@sbpcnet.org.br


roseli_foto-vsiteRoseli de Deus Lopes

2º Tesoureiro

Professora associada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). É vice-coordenadora do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (CITI-USP) e pesquisadora do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI-USP), onde coordena estudos e projetos de pesquisa em tecnologias interativas, com ênfase em aplicações para saúde, educação e inclusão. Participou do Grupo de Trabalho do MEC responsável pelo Programa Um Computador por Aluno (UCA). Foi vice-diretora e diretora da Estação Ciência da USP. Coordena programas e projetos voltados a despertar incentivar talentos em Ciências e Engenharia, dentre eles a FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, maior feira de âmbito nacional pré-universitária, e o InovaLab@POLI, iniciativa que provê infraestrutura laboratorial associada a estratégias de ensino e aprendizagem baseada em projetos e prototipação rápida para estudantes de graduação em engenharia. Atualmente, é a coordenadora acadêmica do Programa “USP e as Profissões” da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP e coordena os Programas de Pré-Iniciação e Iniciação Científica e Tecnológica da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. Foi Secretária Regional da SBPC em São Paulo (subárea I) de 2014-2017 e foi eleita para a atual Diretoria (2017-2019).